Arrow BackVoltar

Você sabe como era o mercado de trabalho antes de você chegar?

artigo
CalendárioElipse

200 VIEWS

2 COMENTÁRIOS

Você sabe como era o mercado de trabalho antes de você chegar?

O mercado de trabalho vem sofrendo mudanças desde de sempre. Com a ajuda de aperfeiçoamentos de máquinas, desenvolvimento de novas ferramentas, parece que as tarefas do dia a dia ficaram tão mais fáceis, não é mesmo?!

Mas você, que talvez não conheça o mercado antigo, já se perguntou como era trabalhar sem essa tecnologia toda? Sem o uso da internet rápida e com toda essa praticidade do mundo moderno?!

Então, acompanhe nosso texto e descubra curiosidade de como era a rotina dos trabalhadores antes de você chegar. Ah! E com certeza, era tudo mato!

Como era o mercado de trabalho antigo?

O mercado de trabalho, assim como a tecnologia, sofreu várias atualizações e se modificou ao longo de gerações. Esse é um dos principais motivos pelas mudanças em nosso jeito de trabalhar de hoje em comparação com anos atrás.

Se você for perguntar para quem trabalhava na época que ninguém tinha celular, por exemplo, como era a comunicação com os chefes e se tinha esse importuno de mensagens a todos instantes, provavelmente a pessoa vai te responder: eu deixava o bip no mudo e depois dizia que não visualizei. Os recursos eram outros, logo, os comportamentos e expectativas também eram diferentes.

E esse é um dos pontos que mais chamam atenção: a aceleração de como tudo acontece hoje. Antigamente não havia bate papo online, nuvem para todos editarem o mesmo arquivo, delivery para a comida chegar mais rápido ou tudo aquilo que torna suas atividades mais fáceis. Estamos falando de uma época em que a internet era lenta e não estava na casa da maioria das pessoas. Aqui, o e-mail era a comunicação mais usada nas empresas, os documentos eram todos impressos via fax e depois que não eram mais úteis, viravam rascunhos nas gavetas.

Outra mudança entre as diferentes gerações dentro do mercado de trabalho é a questão da fidelidade à empresa. Isso é, não era difícil encontrar empregados que exerciam a mesma função ou estavam lá há anos, estacionados. As causas dos ‘casamentos’ duradouros eram a falta de diversidade de companhias no país, o medo do desemprego, a cultura organizacional predominante na época, o menor número de profissionais qualificados com ensino superior disponíveis no mercado e também a quantidade de áreas e cargos que era inferior e menos diversificada. Agora falando de como eram feitas as atividades entre os trabalhadores, vamos voltar longe no passado, lá pelos anos 1890. Nesse tempo, tudo era escrito à mão. Todos os trabalhos administrativos eram ainda mais manuais, e chegou a máquina de escrever. Até o final do Século XIX toda a papelada era manuscrita, consumia-se um tempo absurdo com canetas, mata-borrão, rasuras, etc. E sem falar do alto índice de documentos disparados com erros, já que era caro jogar tudo fora e começar do zero.

Olha, o notebook e amantes dele que me desculpem, mas essa grande revolução nos escritórios do mundo todo fazia com que um datilógrafo conseguisse a média de 100 palavras por minuto. Ah! A gente não tem essa capacidade de digitar tão rápido assim, não, vai?!

Aliás, a técnica ficou tão popular e necessária no mercado que começou-se a comercializar curso de datilografia, que passando para nosso tempo, seria a digitação. As mulheres eram as profissionais mais procuradas para essa área e para serem professoras, mas esse assunto nós contamos mais já já!

* Bip: um aparelho que fez sucesso nos anos 90 que tinha o intuito de receber mensagens escritas e te acompanhar em todos os lugares, já que ele cabia no bolso. Uma evolução da caixa postal e avô do celular!

Anos 2000 e suas grandes mudanças no mercado de trabalho

Você sabia que com a chegada dos anos dois mil muita coisa mudou em nosso ambiente de trabalho? Com a popularização dos computadores, o uso de equipamentos como fax e impressoras foram ficando em segundo plano.

O telefone, que era o modo mais comum de falar com aquele seu colega sem sair da sua mesa, agilizava muito a comunicação, pois bastava ligar no ramal desejado. E o e-mail era uma mágica, ganhando força em grande parte das profissões.

Se hoje existem as reclamações sobre o tanto de documentos na nuvem, é porque não lembramos que nesses anos os papéis se perdiam dentro da gaveta ou eram usados como rascunho por engano. Ah! E mesmo com a chegada da digitalização nas empresas, os arquivos físicos demoraram para deixar de ser um hábito.

E trabalhar em casa? Nem pensar! Aqui no Brasil, essa cultura de regime home office era má vista e burocrática para acontecer. Muitas empresas gostavam de contratar profissionais que morassem próximas aos seus escritórios porque isso reduzia as chances de atrasos e de custos, fora aquelas que nem se preocupavam em ter estacionamentos em seu prédio ou com a qualidade de vida de seus funcionários.

Os anos dois mil é considerado um marco chave na era tecnológica, já que a partir dele a internet já era mais popular e usada como meio de comunicação para facilitar a vida dos trabalhadores. Antes de abril de 1995, nem todas as empresas utilizavam a conexão em seus escritórios.

E como anda o mercado hoje?

Como já contamos, antigamente, imprimiam papéis e mais papéis. Hoje, temos o e-mail e grupos de mensagens instantâneas. Antigamente tínhamos que ir todos os dias ao prédio da empresa, hoje, muitos de nós temos o trabalho remoto.

Antigamente tínhamos que ir de roupas formais, hoje há empresas que deixam o colaborador escolher a maneira de ir trabalhar, em alguns casos liberando até bermudas e chinelos.

Aí, são tantas diferenças em comparação com as gerações passadas que até fica complicado falar de uma só. Mas resumidamente, a comunicação e a tecnologia de ponta modificou muito o trabalho que conhecemos hoje.

Por mais que aqui no Brasil o regime home office seja novidade, cada vez mais pesquisas demonstram que ele veio para ficar. O trabalho híbrido irá continuar após a pandemia, deixando o empregado escolher onde deseja ficar para trabalhar: em casa, em um estabelecimento, em um outro estado ou indo de vez em quando ao escritório.

Sem contar também que vamos continuar usando as telas para tudo, como fazer uma entrevista, reuniões com o chefe e até mesmo consultas médicas. E se você desejar estar nesses lugares, mas não tão presente assim, teremos a ajudinha da realidade virtual.

E lembra que comentamos sobre as profissionais mulheres eram direcionadas para certos cargos, como professora ou digitadora? Na atualidade, apesar de ter muito a avançar com relação à equidade de gênero, cada vez mais as empresas estão se mobilizando com projetos de inclusão, seja para tornar as mulheres mais líderes no mercado, remunerar a todos igualmente para deter outras desigualdades.

Mas e sobre achar um emprego nessa geração? Muda algo? Devo ainda apenas mandar e-mail para o RH de onde quero trabalhar? Olha, as redes sociais já não são como começaram: um espaço apenas para compartilhar fotos e seus pensamentos. Hoje, além de grandes discussões, elas trazem oportunidades e estreitam a relação entre empresas e clientes. Além disso, as nossas buscas nas redes também ficaram bem mais fáceis com a chegada da inteligência artificial, que até nos mostra onde achar o nosso próximo emprego. Então, comece a procurar suas vagas utilizando palavras-chave.

O ideal, é que os candidatos sempre tenham o seu CV online atualizado e cadastro em plataformas como a da Catho, portfólio bonitinho em uma plataforma gratuita e força de vontade para buscar as vagas em vários locais nesse mundão da internet.

Agora, pensando nas mudanças do mercado, cabe agora a nós, gerações que estamos ativas nele, trazer boas inovações, para que no futuro mais matérias mapeiem os avanços e, quem sabe, leiam para você em um holograma. Quem sabe?

E aí, se surpreendeu com o antes e depois do trabalho? Compartilhe esse nosso conteúdo com seus colegas de trabalho e descubra outras coisas que eram diferentes antigamente.